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Lantana


A planta Lantana, (Lantana câmara), é nativa da América Tropical. E apresenta por volta de 500 espécies diferentes, com uma infinidade de cores, com plantas rasteiras e arbustiva. A inflorescência é o destaque da lantana, compostas por numerosas flores em  formato de pequenos buquês, em cores variadas, com um suave e agradável perfume. Com folhas muito pilosas na cor verde escuro.

Planta que floresce desde a primavera até o outono. De crescimento rápido, e muito resistente a pragas. A planta da espécie lantana câmara mutabilis, apresenta a peculiaridade de florir em vários tons e cores diferentes na mesma planta.

Com um efeito ornamental espetacular, muito utilizada em projetos de paisagismo urbano, como: canteiros de avenidas, praças, parques e jardins.

Porém em estado selvagem a lantana câmara é planta invasora em culturas de: palmeiras, coco, café, algodão e pastagens. Suas folhas e sementes são tóxicas para o gado e quando ingere a planta apresenta distúrbios gastrintestinais e fotossensibilização. O que torna a planta nestas regiões de agricultura e pecuária alvo de controle biológico e químico.

Dicas de cuidados no cultivo da lantana:

  • Cultive em solo fértil e bem drenado.
  • Regue a cada 10 dias pois a planta apresenta grande resistência a falta d’água.
  • Cultive sob sol pleno, porém a lantana é uma planta que tolera bem o frio.
  • Faça a poda a planta no início do inverno.
  • Realize mudas através de sementes ou estacas aproveitadas da poda.
  • Adube com fertilizante mineral, Npk 04-14-08.


    Arbusto de lantana.

    Inflorescência de lantana, seu primeiro estágio se apresenta em formato de pequenas bolinhas, até adquirir forma de buquê.

    Lantana.

    Lantana.

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    Arquitetura colonial


    Arquitetura Colonial no Brasil, é datada aproximadamente de 1500 até 1800. Onde as casas eram construídas sobre o alinhamento das vias públicas e muitas vezes nos limites laterais dos terrenos e raramente apresentavam recuo ou jardim na frente das construções.

    As coberturas eram construídas em telhados duas águas, com telhas cerâmicas, onde a água da chuva escoava para a rua e para os fundos do terreno; As técnicas e os materiais empregados nas construções eram simples, com paredes de pau-a-pique, adobe e taipa de pilão; E nas casas que os seus proprietários tinham uma melhor condição financeira, eram utilizados materiais mais nobres, como: pedra, tijolo de barro, madeira nobre azulejos e cal.

    Um ditado curioso do período colonial é: Pessoa sem eira nem beira.

    Devido as casa dos moradores com maior poder aquisitivo, empregarem em suas construções; (eira), Marquises e (beira), Beiral; Na parte superior das casas, com intenção de protegê-las da chuva e realizar acabamento dos telhados.

    Já as casas que não haviam eira ou beira, se sabia que o morador não tinha boas condições financeiras.

    Fatores característico do urbanismo colonial:

    • Criação de praças junto a edifícios religiosos.
    • Topografia das cidades eram vencida com escadarias.
    • Chafarizes e os aquedutos foram os primeiros sistemas de captação da água nas cidades.
    • Passeio público e ruas calçadas com pedra local.
    • Formação das ruas no traçado que as casa delimitavam.
    • Construções realizadas de forma uniforme, (geralmente repetição da arquitetura, imposta por leis municipais).



      Casa em arquitetura colonial, transformada em comercio.

      Casa em arquitetura colonial, transformado em prédio público.

      Casa em arquitetura colonial datada de 1905.

      Casa em arquitetura colonial com 4 águas, (raro para época).

      Calçamento de pedra nas ruas e calçadas.

      Casa em arquitetura colonial, transformado em comercio.

      Prédio em arquitetura colonial, transformado em hotel.

      Casa em arquitetura colonial.

      Casa em arquitetura colonial.

      Rua com diversas casas com arquitetura colonial, construídas nos limites laterais do terreno.

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      Iuca elefante


      Nativa do México e Guatemala a Iuca elefante, (Yuca elephantipes), é espécie típica de clima tropical árido,  deve ser cultivada sob sol pleno, em solo arenoso, acrescido de matéria orgânica, com rega uma vez na semana.

      Trata-se de uma espécie, que não necessita de muitos cuidados; Ideal para ser cultivada em parques, praças, jardins empresariais e de condomínios ou ainda para pessoas que gostam de cultivar plantas em casa, porem não dispõem de muito tempo para seus cuidados.

      A Iuca elefante pode atingir até 10 metros de altura, se cultivada no solo. Porém quando plantada em vaso seu crescimento fica restrito, devido sua raiz não ter espaço para se desenvolver.

      Esta espécie é muito ornamental, com folhas de um verde brilhante e inflorescência terminal em forma de cachos com flores branca e cerosa.

      A Iuca elefante é uma espécie que tem presença garantida na vida de pessoas modernas e práticas, pois trata-se de uma planta de fácil manutenção.


      A Iuca elefante pode atingir até 10 metros de altura.

      iuca elefante.

      Iuca com inflorescência branca.

      Iuca elefante.

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