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Bromélias


A bromélia (Bromeliaceae), É uma planta de família numerosa, nativa das Américas, principalmente da América do Sul, de florestas tropicais.

Devido a grande diversidade esta espécie é facilmente encontrada em todo Brasil, principalmente no Sul do país, pois são inúmeras às regiões climáticas onde as bromélias se adaptam: desde o litoral até a floresta de altitude;  Passando por climas secos aos mais úmidos.

São aproximadamente 1.400 espécies em mais de 50 gêneros. As bromélias possuem a mesma forma de crescimento: acaule, as folhas que formam rosetas verticais ou achatadas, como uma espécie de copo central, para retenção da água; E nesta água, detritos vegetais e animais em decomposição criam o alimento ideal para a planta.

As bromélias não são parasitas; E elas compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo e apresentam uma impressionante resistência, e estilo de sobrevivência; Com infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores; Com gêneros diferentes que requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato. Na natureza as bromélias são  encontradas como:

  • Epífitas: (apoia-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação).
  • Terrestres ou rupícolas: (espécies que crescem no chão ou sobre as pedras).

Bromélias epífitas: Estas bromélias são encontradas em arvores. Podem ser cultivadas facilmente em vasos, porem devem ser plantadas com um substrato que tenha uma boa drenagem, como por exemplo casca de pinos.

Ideal para o cultivo em ambientes internos, com luz indireta. Em projetos de paisagismo é introduzida em jardim de estilo tropical.

Bromélias terrestres ou rupícolas: Estas bromélias podem ser cultivadas em sol pleno e são muito utilizadas em projetos de paisagismo, em jardim de estilo desértico ou árido, devido sua resistência á raios solares diretos em suas folhas; São de fácil cultivo e podem ser plantadas diretamente no jardim; Geralmente apresentam folhas coloridas como: amarelo, vermelho e mescladas; Podendo conter espinhos em suas folhas.
Contudo a maioria das bromélias preferem meia-sombra, observando a mata nativa vemos as que nascem no solo (preferem mais sombra); E as que nascem em troncos, epífitas (procuram luz difusa).
Quando cultivada em vaso, a terra deve ser bem drenada, utilizando composto vegetal; É necessário que as raízes respirem bem. As epífitas tem suas raízes descobertas; Evite o uso de vaso muito grande, de plástico e cerâmica esmaltada, pois dificultam a respiração das raízes, favorecendo a retenção de água dentro do recipiente, prejudicando as raízes da planta, podendo até vir a apodrece-las.

As bromélias realizam grande absorção por suas folhas, por isso a adubação líquida é recomendável e eficiente.

Dica para evirar a proliferação de insetos da dengue:

  • Misture um litro de água com um colher de sopa de água sanitária, para regar as bromélias, (assim as larvas do mosquito da dengue não se proliferam na água depositada nas folhas da planta).


Espécie de bromélias cultivadas em jardim tropical.

Bromélia gigante ao centro, rodeada de bromélias em tamanho natural.

Espécie de bromélia cultivada em jardim árido ou desértico.

Jardim de bromélias de sol pleno.

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Pitangueira

A pitangueira arvore nativa da mata atlântica brasileira. E também encontrada na Ilha da Madeira, Portugal, onde foi introduzida pelos portugueses.

Cultivada tradicionalmente em quintais domésticos. Ornamental, esta arvore é muito utilizada em projetos paisagísticos, com a característica de combinar com vários estilos de jardins. Podendo também ser cultivada em vasos de grande e médio porte, seus frutos são grandes atrativos para pássaros.

A pitangueira é uma arvore de pequeno porte, nas regiões subtropicais alcança entre 7 a 10 metros de altura, desenvolvimento moderado e medianamente rustica, com tronco irregular, ramificado, bastante engalhado de cor avermelhada, com folhas de aroma muito agradável quando macerada. Desenvolve-se bem em terrenos arenosos. Importante na utilização em reflorestamentos para a recuperação em áreas degradadas.

Floresce de agosto a novembro. E o período de frutificação varia de outubro a janeiro. A floração da pitangueira é abundante, branca e perfumada. O fruto é arredondado e relativamente pequeno, coloração vermelha, rubra, roxa, às vezes quase preta; Polpa carnosa, de sabor adocicado, levemente ácido, envolvendo uma semente esverdeada.

O ato de comer pitangas colhidas diretamente no pé tem espaço garantido na cultura e sentimento brasileiro. Fruta muito apreciada por sua polpa agridoce e perfumada. Da pitanga se obtém: sucos, geleias, vinhos, doces e licores. A presença de licopeno, anti-oxidante,  em sua composição é responsável pela coloração vermelha intensa da fruta.
Na composição química de 100 gramas de polpa de pitanga foram encontradas: 38 calorias, proteína, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B2 e vitamina C.

Com as folhas se faz chá eficiente no alívio de dores reumáticas; No tratamento de bronquite; E para baixar a febre. A madeira é empregada na confecção de cabos de ferramentas e outros instrumentos agrícolas.

Sendo o estado de Pernambuco um dos principais produtores, tem uma produção estimada em 1700 toneladas de frutos ao ano.

 

Pitanga na literatura:

  • Vem da língua Tupi-Guarani (pi-tana), vermelho.
  • A essa cor se deve a expressão “chorar pitanga”. Segundo Câmara Cascudo, é adaptação da expressão portuguesa “chorar lágrimas de sangue”.
  • A cor da “boca mimosa e vermelha como pitanga” descrita por José de Alencar, em Iracema.
  • A cor do rosto envergonhado “que ficou como uma pitanga”, segundo Machado de Assis, em Quincas Borba.
  • “Erisipela só tá com febre alta… Isto passa. Com o chá de pitanga, tudo vai indo”, receita de Guimarães Rosa, em Sagarana.

 

Bromeliaceae


Bromeliaceae, nome cientifico da espécie conhecida popularmente como bromélia; Planta de família numerosa, nativa das Américas, principalmente da América do Sul, de florestas tropicais.

Devido a grande diversidade esta espécie é facilmente encontrada em todo Brasil, principalmente no Sul do país, pois são inúmeras às regiões climáticas onde as bromeliaceae se adaptam: desde o litoral até a floresta de altitude; Passando por climas secos aos mais úmidos.

São aproximadamente 1.400 espécies em mais de 50 gêneros. As bromeliaceae possuem a mesma forma de crescimento: acaule, as folhas que formam rosetas verticais ou achatadas, como uma espécie de copo central, para retenção da água; E nesta água, detritos vegetais e animais em decomposição criam o alimento ideal para a planta.

As bromeliaceae não são parasitas; E elas compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo e apresentam uma impressionante resistência, e estilo de sobrevivência; Com infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores; Com gêneros diferentes que requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato. Na natureza as bromélias são  encontradas como:

  • Epífitas: (apoia-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação).
  • Terrestres ou rupícolas: (espécies que crescem no chão ou sobre as pedras).

Bromeliaceae epífitas: são encontradas em arvores. Podem ser cultivadas facilmente em vasos, porem devem ser plantadas com um substrato que tenha uma boa drenagem, como por exemplo casca de pinos.

Ideal para o cultivo em ambientes internos, com luz indireta. Em projetos de paisagismo é introduzida em jardim de estilo tropical.

Bromeliaceae terrestres ou rupícolas: podem ser cultivadas em sol pleno e são muito utilizadas em projetos de paisagismo, em jardim de estilo desértico ou árido, devido sua resistência á raios solares diretos em suas folhas; São de fácil cultivo e podem ser plantadas diretamente no jardim; Geralmente apresentam folhas coloridas como: amarelo, vermelho e mescladas; Podendo conter espinhos em suas folhas.

Contudo a maioria das bromeliaceae preferem meia-sombra, observando a mata nativa vemos as que nascem no solo (preferem mais sombra); E as que nascem em troncos, epífitas (procuram luz difusa).

Quando cultivada em vaso, a terra deve ser bem drenada, utilizando composto vegetal; É necessário que as raízes respirem bem. As epífitas tem suas raízes descobertas; Evite o uso de vaso muito grande, de plástico e cerâmica esmaltada, pois dificultam a respiração das raízes, favorecendo a retenção de água dentro do recipiente, prejudicando as raízes da planta, podendo até vir a apodrece-las.

As Bromeliaceae realizam grande absorção por suas folhas, por isso a adubação líquida é recomendável e eficiente.

Dica para evirar a proliferação de insetos da dengue:

  • Misture um litro de água com um colher de sopa de água sanitária, para regar as Bromeliaceae, (assim as larvas do mosquito da dengue não se proliferam na água depositada nas folhas da planta).


Espécie de bromélias cultivadas em jardim tropical.

Jardim de bromeliaceae, cultivada sob sol pleno.

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Bromélia gigante ao centro, rodeada de bromélias em tamanho natural.