Tag: coloração vermelha

Pitangueira

A pitangueira arvore nativa da mata atlântica brasileira. E também encontrada na Ilha da Madeira, Portugal, onde foi introduzida pelos portugueses.

Cultivada tradicionalmente em quintais domésticos. Ornamental, esta arvore é muito utilizada em projetos paisagísticos, com a característica de combinar com vários estilos de jardins. Podendo também ser cultivada em vasos de grande e médio porte, seus frutos são grandes atrativos para pássaros.

A pitangueira é uma arvore de pequeno porte, nas regiões subtropicais alcança entre 7 a 10 metros de altura, desenvolvimento moderado e medianamente rustica, com tronco irregular, ramificado, bastante engalhado de cor avermelhada, com folhas de aroma muito agradável quando macerada. Desenvolve-se bem em terrenos arenosos. Importante na utilização em reflorestamentos para a recuperação em áreas degradadas.

Floresce de agosto a novembro. E o período de frutificação varia de outubro a janeiro. A floração da pitangueira é abundante, branca e perfumada. O fruto é arredondado e relativamente pequeno, coloração vermelha, rubra, roxa, às vezes quase preta; Polpa carnosa, de sabor adocicado, levemente ácido, envolvendo uma semente esverdeada.

O ato de comer pitangas colhidas diretamente no pé tem espaço garantido na cultura e sentimento brasileiro. Fruta muito apreciada por sua polpa agridoce e perfumada. Da pitanga se obtém: sucos, geleias, vinhos, doces e licores. A presença de licopeno, anti-oxidante,  em sua composição é responsável pela coloração vermelha intensa da fruta.
Na composição química de 100 gramas de polpa de pitanga foram encontradas: 38 calorias, proteína, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B2 e vitamina C.

Com as folhas se faz chá eficiente no alívio de dores reumáticas; No tratamento de bronquite; E para baixar a febre. A madeira é empregada na confecção de cabos de ferramentas e outros instrumentos agrícolas.

Sendo o estado de Pernambuco um dos principais produtores, tem uma produção estimada em 1700 toneladas de frutos ao ano.

 

Pitanga na literatura:

  • Vem da língua Tupi-Guarani (pi-tana), vermelho.
  • A essa cor se deve a expressão “chorar pitanga”. Segundo Câmara Cascudo, é adaptação da expressão portuguesa “chorar lágrimas de sangue”.
  • A cor da “boca mimosa e vermelha como pitanga” descrita por José de Alencar, em Iracema.
  • A cor do rosto envergonhado “que ficou como uma pitanga”, segundo Machado de Assis, em Quincas Borba.
  • “Erisipela só tá com febre alta… Isto passa. Com o chá de pitanga, tudo vai indo”, receita de Guimarães Rosa, em Sagarana.

 

Grevílea anã


Grevílea anã, (Grevillea banksii), conhecida popularmente como: grevílea, grevilha-de-jardim, grevílea-escarlate, grevílea-vermelha, arbusto perene, que pode atingir até 6 metros de altura, nativa da Austrália e Oceania, espécie que se adaptou muito bem ao Brasil, de aspecto exótico e floração ornamental.

Apresenta folhas recortadas e afiladas verde-acinzentadas na superfície e esbranquiçadas no verso. Inflorescências chamativas, de flores vermelhas, que não apresentam pétalas. A  grevílea-anã floresce o ano todo e atrai muitos beija-flores, devido a alta produção de néctar em suas flores.

Ocorre ainda uma variedade de flores brancas. Porém a espécie mais cultivada é a de coloração vermelha que apresenta médio porte e baixa manutenção.

Em projetos de paisagismo a planta é excelente para ser cultivada em jardim no estilo tropical, pórticos, praças e parques, na forma de:

  • Conjunto de exemplares, na forma de renques ou pequeno bosque.
  • Isolada em gramados, com crescimento livre ou com poda de contenção na forma de arvoreta.

Devido o  grevílea-anã apresentar floração vermelha, a planta se integra com mais facilidade a espécies que floresçam nas cores:

  • Vermelha, laranja, amarela e branca.

Conheça sugestões de espécies que se integram com harmonia, para realizar projeto e cultivo do jardim.

  1. ARBUSTO: Hibisco sabdariffa. Russelia.
  2. FOLHAGEM: Antúrio
  3. TREPADEIRA: Sapatinho de judia. Alamanda amarela.
  4. FORRAÇÃO: Lambari

Dicas para o cultivo saudável da grevílea-anã:

  • Regue a planta  1 vez na semana.
  • Cultive sob sol pleno, porém a  grevílea-anã tolera bem o frio.
  • Cultive em solo fértil e bem drenado.
  • Realize mudas através de alporquias ou sementes.
  • Faça a poda de contenção da planta se houver necessidade, após a floração.
  • Adube com fertilizante mineral, Npk 04-14-08.
  • Mantenha o solo sempre úmido, misturando grama seca ou palha de arroz á terra.
  • Utilize Adubo orgânico, 2 vezes ao ano, para não compactar o solo.
  • Conheça os pontos cardiais, de seu jardim, desta forma irá cultivar suas plantas no local mais indicado para cada uma delas.

Siga estas dicas de cultivo e a  grevílea-anã, ficará livre de pragas e doenças, e se manterá com a aparência exuberante, acrescentando vida, na decoração do ambiente.


Arbusto nativo da Austrália e Oceania, espécie que se adaptou muito bem ao Brasil.
Aspecto exótico e floração ornamental.
Folhas recortadas e afiladas verde-acinzentadas na superfície e esbranquiçadas no verso.
Arbusto perene, que pode atingir até 6 metros de altura.
Floresce o ano todo e atrai muitos beija-flores, devido a alta produção de néctar.
Folhas recortadas e afiladas verde-acinzentadas na superfície e esbranquiçadas no verso.

Visite também os posts:

Bancos de madeira

Plantas para muro

Sala de estar ao ar livre

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Grevillea banksii


Grevillea banksii, nome cientifico da planta conhecida popularmente como: grevílea, grevílea-anã, grevilha-de-jardim, grevílea-escarlate, grevílea-vermelha, arbusto perene, que pode atingir até 6 metros de altura, nativa da Austrália e Oceania, espécie que se adaptou muito bem ao Brasil, de aspecto exótico e floração ornamental.

Apresenta folhas recortadas e afiladas verde-acinzentadas na superfície e esbranquiçadas no verso. Inflorescências chamativas, de flores vermelhas, que não apresentam pétalas. A  Grevillea banksii floresce o ano todo e atrai muitos beija-flores, devido a alta produção de néctar em suas flores.

Ocorre ainda uma variedade de flores brancas. Porém a espécie mais cultivada é a de coloração vermelha que apresenta médio porte e baixa manutenção.

Em projetos de paisagismo a planta é excelente para ser cultivada em jardim no estilo tropical, pórticos, praças e parques, na forma de:

  • Conjunto de exemplares, na forma de renques ou pequeno bosque.
  • Isolada em gramados, com crescimento livre ou com poda de contenção na forma de arvoreta.

Devido o  Grevillea banksii apresentar floração vermelha, a planta se integra com mais facilidade a espécies que floresçam nas cores:

  • Vermelha, laranja, amarela e branca.

Conheça sugestões de espécies que se integram com harmonia, para realizar projeto e cultivo do jardim.

  1. ARBUSTO: Hibisco sabdariffa. Russelia.
  2. FOLHAGEM: Antúrio
  3. TREPADEIRA: Sapatinho de judia. Alamanda amarela.
  4. FORRAÇÃO: Lambari

Dicas para o cultivo saudável da Grevillea banksii:

  • Regue a planta  1 vez na semana.
  • Cultive sob sol pleno, porém a  Grevillea banksii tolera bem o frio.
  • Cultive em solo fértil e bem drenado.
  • Realize mudas através de alporquias ou sementes.
  • Faça a poda de contenção da planta se houver necessidade, após a floração.
  • Adube com fertilizante mineral, Npk 04-14-08.
  • Mantenha o solo sempre úmido, misturando grama seca ou palha de arroz á terra.
  • Utilize Adubo orgânico, 2 vezes ao ano, para não compactar o solo.
  • Conheça os pontos cardiais, de seu jardim, desta forma irá cultivar suas plantas no local mais indicado para cada uma delas.

Siga estas dicas de cultivo e a  Grevillea banksii, ficará livre de pragas e doenças, e se manterá com a aparência exuberante, acrescentando vida, na decoração do ambiente.


Arbusto nativo da Austrália e Oceania, espécie que se adaptou muito bem ao Brasil.
Aspecto exótico e floração ornamental.
Folhas recortadas e afiladas verde-acinzentadas na superfície e esbranquiçadas no verso.
Arbusto perene, que pode atingir até 6 metros de altura.

Floresce o ano todo e atrai muitos beija-flores, devido a alta produção de néctar.
Folhas recortadas e afiladas verde-acinzentadas na superfície e esbranquiçadas no verso.
Arbusto nativo da Austrália e Oceania, espécie que se adaptou muito bem ao Brasil.

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