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Jardim clássico romano

No jardim clássico estilo romano, demonstra na sua forma:

  • O domínio do homem sobre a natureza.
  • O desenho da arquitetura rebuscada, (trazida dos palácios até os jardins).
  • A grandiosidade das construções, em desenhos simétricos, (materiais e naturais).
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Os elementos da decoração são muito importante na composição arquitetônica do jardim clássico  italiano, mais que qualquer outro estilo de jardim, ele faz uso generoso de: pergolado, fonte, banco, escultura, luminária, escadaria, plataforma, espelho d’água entre outros, desenha a paisagem e da o contorno temático a cada parte do jardim.

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Independente do espaço disponível a estrutura do jardim clássico italiano, também se encaixa em quintais menores, mais bem planejados que podem vir a ser miniaturas de jardins clássicos de palácios italianos.

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Jardim italiano


No jardim clássico estilo italiano, deseja demonstrar em sua forma:

  • O domínio do homem sobre a natureza.
  • O desenho da arquitetura rebuscada, (trazida dos palácios até os jardins).
  • A grandiosidade das construções, em desenhos simétricos, (materiais e naturais).

Considerado como o criador do estilo de jardim clássico, o rei Luís XIV; Difundiu este estilo para diversos países, durante o período da Renascença. Onde a vegetação exerce um papel secundário e o destaque fica para as construções, arquitetura, esculturas o ornamentos; E os dois exemplos deste estilo de jardim mais reconhecidos são:

  • Vila Médici (Itália).
  • Jardim de Versailles (França).

Há duas características básicas no jardim em estilo italiano: terraços ligados uns aos outros por escadarias e rampas em diferentes planos, acompanhados por correntes de água.

Com espaços detalhadamente pensados e desenhados o jardim italiano conquista ares de monumentos, como castelos e mansões; E faz com que este jardim seja uma extensão das edificações. O traçado dos caminhos obedece a uma planta baixa, onde as trilhas são adornadas por espécies que passam pela intervenção de topiária; Em cercas vivas com folhas firmes, como: viburno, buxo, murta, louro, pinheiro, azinheiro e cipreste.

As flores escolhidas tem cores harmoniosas e são esculpidas em formas precisas, delimitadas por vasos e cachepôs. As espécies indicadas são: roseira, roseira-trepadeira, amor-perfeito, azaleia, lavanda e tulipa.

A atual escola de jardinagem considera as esculturas topiadas, agressiva e  fora de moda, não apenas pelo alto custo em manutenção, como também pelo stress aplicado ás plantas, com suas constantes podas. Porém em um jardim clássico italiano a sua forma é diretamente ligada ao rigor simétrico do desenho aplicado; No entanto já vemos no Brasil uma intervenção em relação as espécies introduzidas na confecção do jardim clássico italiano, uma introdução de espécies que não possuem necessidade de podas constantes e que cresçam lentamente. E uma menor introdução de espécies em topiaria, deixando espaço para elementos materiais exercerem o papel na simetria. Assim baixando os custos com a manutenção do jardim, e criando um maior respeito as espécies.

Os elementos da decoração são muito importante na composição arquitetônica do jardim clássico  italiano, mais que qualquer outro estilo de jardim, ele faz uso generoso de: pergolado, fonte, banco, escultura, luminária, escadaria, plataforma, espelho d’água entre outros, desenha a paisagem e da o contorno temático a cada parte do jardim.

Independente do espaço disponível a estrutura do jardim clássico italiano, também se encaixa em quintais menores, mais bem planejados que podem vir a ser miniaturas de jardins clássicos de palácios italianos.


Escultura com bordadura de lavanda.

Pergolado confeccionado com vigas em estilo romano.

Escadaria de jardim clássico.

Panorâmica de jardim clássico.

 

 

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Buxus sempervirens


Buxus sempervirens, planta nativa do Mediterrâneo e do Oriente, trata-se da planta mais empregada na Topiária, (arte de podar plantas em formas ornamentais e geométricas).

Suas folhas são bem resistentes e aceitam bem as podas, com regeneração rápida. Porém seu crescimento é lento, o que torna esta espécie muito valorizada no mercado. Rustica, é bastante utilizada na topiaria e confecção de bonsai, pois se adapta bem em vasos.

Também  muito utilizada como cerca viva, o Buxus sempervirens é cultivado em uma altura menor que as cercas construídas para divisão de ambiente,  produz cerca viva apenas de delimitação de espaço.

Deve ser cultivada em sol pleno, porém necessita receber regas constante, para que suas folhas mantenham o brilho peculiar. Cultive em solo rico em matéria orgânica e nutrientes.

A reprodução é realizada por estaquia ou alporquia, (em estágio mais avançado). Para atingir o tamanho ideal para venda ou realizar a topiaria na planta,  leva um tempo longo, se comparado a outras espécies. Porem uma vez cultivado em um jardim é capaz de demonstrar: beleza, utilidade, formas diferenciada e um verde inconfundível em suas folhas pequenas e delicadas.


Elemento decorativo em Jardim japonês.

Folhas são bem resistentes e aceitam bem as podas.

Espécie aplicada como topiaria e cerca viva.

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